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{ Tag Archives } artes plásticas

Fui no Museu Thyssen-Bornemisza (Madrid) e vi além destas exposições em cartaz, a coleção do museu: destaques para os pintores do Vêneto do séculos XVVII e XVIIl (Bellini, Tintoretto, Ticiano, Canaletto, Guardi e Carapaccio) para o quadro Santa Catarina de Alexandria de Caravaggio, para os impressionistas (além do primeiro time tem o segundo time que é tão bom quanto, vide André Derain ) expressionistas, neoplasticismo, arte russa e norte-americana e um lindo quadro do Willem de Kooning… maravilha!!!

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Estou expondo estas obras na Galeria Arte Pamplona, sábado que vem estarei lá ente 11 e 14 hs, se puderem passem por lá: Rua Pamplona 1049 loja 17 (esquina com Al. Itú

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Hoje fomos no Museu Kunsthaus em Zurich onde além do acervo genial, há uma exposição do Francis Picabia… Começamos tomando uma cerveja junto a um mural do Miró, depois apreciamos o acervo que além de Van Gogh, Monet, Cezanne, Pollock, etc tem o maior acervo de Munch fora da Escandinávia, além de um afresco de Ferdinand Hodler e obras curiosas como esta escultura feita com dados (a fundo uma pintura de Fritz Glarner)

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Rafael Moralez está exibindo seus desenhos no bar Jazz nos Fundos, que fica na R. João Moura 1076, vejam aqui alguns de seus trabalhos e vejam aqui a galeria dos artistas que expõem naquele local… muita gente genial!!!

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Ontem participei do ato O OUTRO LADO DO MURO – CRIAÇÃO COLETIVA, organizado pelo meu amigo Ricardo Fraga Oliveira, que resolveu protestar contra a construção de um prédio em uam área da Vila Mariana, e criou um movimento para que as pessoas discutam em que tipo de cidades queremos morar… há cerca de dois meses ele coloca uma escada ao lado do terreno onde está previsto o empreendimento e convida os transeuntes a observar o outro lado do muro… depois as pessoas escrevem e desenham em uma lusa mágica e estes desnhos são fotografados, digitalizados e colocados em uma comunidade do facebook chamada OUTRO LADO DO MURO… ontem estes desenhos foram pwendurados em um criativo varal…

participaram grafiteiros locais…

minha idéia de performance foi desenhar um prédio a lápis em uma tela e depois cobrir com tinta acrílica até sumir o prédio e formar uma palavra…

a criançada deu uma força…

já adivinharam qual é a palavra???

teve show da Cibele Troyano…

do Paulo Padilha e de outras pessoas…

enquanto um pequenino contribuía na criação, eu aplaudia o meu amigo…

por fim a palavra VIDA.


vejam uma sequência de fotos realizada pelo Zeca Lotufo

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CONFRATENIZAR – REFLETIR -CRIAR

Venha participar do movimento que se preocupa com a qualidade de vida em nosso espaço urbano

O OUTRO LADO DO MURO – INTERVENÇÃO COLETIVA
REFLEXÃO SOBRE A CIDADE, O USO E OCUPAÇÃO DO SEU ESPAÇO

Local: Rua Conselheiro Rodrigues Alves altura do nº 575
Data: 01 de outubro, sábado das 10 as 16 hs.
Ato simbólico: das 12:00 às 12:30 hs (traga seu banquinho para ver o outro lado do muro).

ATIVIDADES CULTURAIS PROGRAMADAS – LIVRE CRIAÇÃO.

PS.: Eu estarei lá e pintarei uma tela ao vivo!!!

Veja a página do facebook “O OUTRO LADO DO MURO – INTERVENÇÃO COLETIVA.

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Ontem finalmente fui na Bienal… já sabendo o que me esperava: um monte de salas exibindo vídeos, outro monte de salas com instalações… mas tenho certeza que em uma Bienal sempre tem alguma coisa boa (a menos que deixem o prédio vazio, como na anterior)… bem, nesta gostei das obras de Carlos Vergara sobre o Cacique de Ramos (principalmente as fotografias em 3d lenticular), das obras de Antônio Manuel (principalmente do filme “Semi-Ótica”) e do solitário retrato que Flávio de Carvalho fez de Sérgio Buarque de Holanda em tinta guache fluorescente sobre papel… solitário porque estava em uma parede largado, enquanto que a série de desenhos que Flávio de Carvalho fez de sua mãe agonizante estava em outro andar, em frente a umas gravuras do Goeldi, aliás, diga-se de passagem, tanto os desenhos quanto as gravuras estavam muito mal iluminados, coisa de amador. Tinha também uma exposição no Museu de Arte Contemporânea (MAC) que está incorporado à Bienal, chamada “UM DIA TERÁ QUE TER TERMINADO” onde gostei das pinturas pop-art “Comemoração de Gol” de Vera Ilce Cruz e “A Subida do Foguete” de Cláudio Tozzi…
Quanto ao resto Bienal, são três palavras: NO ME GUSTA.

A noite fui no lançamento da História em Quadrinhos “Peixe Peludo” de meu cunhado Rafael Moralez (texto) e Rodrigo Bueno (desenho), lá na praça Roosevelt, na HQ MIX, uma livraria de quadrinhos… estava bem animado … é legal ver casais com crianças à noite caminhando na rua em meio a malucos civilizados. Já li a história em quadrinhos e gostei bastante… gostei do texto, das reflexões lacônicamente agudas sobre a vida em São Paulo… gostei do desenho pois além de muito bem feito, há referências urbanísticas (quem mora na paulicéia reconhece muitos lugares), referências a sinalização de trãnsito (o filósofo Vilém Flusrer dizia que o semáforos são o princípio da comunicação não verbal que irá dominar o mundo) e citações e mais citações, desde as mais óbvias como ao quarto de Van Gogh até as mais sutis (os quadro do quarto do Peixe Peludo são ilustrações de Rafael Moralez). Vejam a matéria que saiu no site da VEJA e admirem a obra!!!

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Agora estou lendo a obra completa de Baudelaire, e estou fascinado com as críticas de arte que ele escreveu… para me aprofundar no assunto estou estudando a pintura de Delacroix, Ingres, Daumier, Géricault, Haussoullier, etc… É interessante a disputa entre artistas desenhistas e coloristas… vejam estas frases, uma de Ingres (defendendo o desenho) e outra de Delacroix (defendendo a pintura ):

“Uma coisa bem desenhada está sempre bem pintada.”
( Ingres )

“Quando os tons são justos, os traços se desenham por si.”
( Delacroix )

E vejam finalmente a solução que Baudelaire dá ao problema:

“Portanto, é possível ser ao mesmo tempo colorista e desenhista, mas em certo sentido. Assim como um desenhista pode ser colorista com as grandes massas, assim também um colorista pode ser desenhista com uma lógica plena do conjunto de linhas; porém uma dessas qualidades sempre absorve o detalhe da outra.”
( Baudelaire)

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Se você mora ou está passando por São Paulo, aqui vai uma dica: Amanhã termina a exposição de fase pop de Maurício Nogueira Lima no Centro Universitário Maria Antônia… portanto: NÃO MARQUEM TOUCA !!!
Aqui vai uma poesia que o grande mestre publicou no catálogo de sua exposição na Galeria Nobilínea em 15/03/1965:

a exposição

a cidade com suas coisas.
coisicidades
a paisagem: céu, terra, montanhas, árvores, etc…
foi modificada pela nova paisagem informação.
complexo de coisas fabricadas e prefabricadas,
úteis ou inúteis.
a arquitetura modificada pelas coisas.
postas nela.
já nela.
placas coloridas, letras agrupadas, palavras,
palavrões, palavrinhas, figurinhas feita por figurões.
as ruas modificadas, orientadas por sinais
não entre, não faça, não pare, não morra.
pessoas ordinárias dão ordens
pessoas de nada cumprem
pessoas de tudo compram
em movimento há gente, máquinas e bichos.
nas paradas só máquinas e bichos.
a máquina mata a gente.
a gente mata o bicho.
há gente cabeça de lata
há máquinas cabeça de gente
todos concordes – há ordem.
o erro é proibido.
a máquina não erra e se o faz
arrebenta e explode.
o homem erra e quando o faz
vive, liberta-se e apreende.
o homem critica a ordem
o homem critica a máquina
o homem critica
o homem cria.
a arte é do homem.
os trabalhos expostos são tudo isto, pinturas, cartazes,
objetos, críticas e coisas.
a experiência gráfica (comunicação visual) e a pictórica
concreta ordenada
encontra a vida e liberta-se
liberta-se das curiosidades científicas.
dos jogos formais de efeitos ópticos.
das estruturas seriadas.
da experiência passada permanece a construção.
a construção no sentido de um “gaudi”
a intromissão da letra,
da palavra,
do trocadilho intrometido,
da letra de música popular,
revela o nosso mundo.
a rua, o cartaz, o anúncio de cinema de bairro,
com a sua comunicação anárquica.
a revista de grande tiragem,
o jornal vespertino a novela de tv,
as inscrições nos muros,
o futebol e o improviso,
enfim tudo o que é vivência,
alegrias e tristezas,
do homem anônimo da rua
chamado pela crônica policial,
de: o popular.
indivíduo inteligente e criador
cônscio de sua liberdade
que critica a ordem fascista
que teme a guerra, a máquina,
e a bomba apocalíptica.
o artista.

( Maurício Nogueira Lima )

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Amanhã o meu amigo João Villares, expõe tapeçarias inspiradas nos dirigíves construídos pelo seu tio-bisavô, um tal de Santos Dumont… Não percam !!!

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